Que vontade de acalentar-me ai, nos teus braços. Vontade de te ter por perto, de contar os segredos. Ouvir as angustias, dividir os medos.
Tu fostes num verão e ainda não voltou. Não tivemos despedidas, nada piegas, nem clichê. Sem promessas que não se cumpririam e sem porquês aflorados.
A medida que o carro avançava, numa velocidade mais lenta, lágrimas corriam dos olhos. E essas, embora não fossem mansas, não doíam tanto quanto as que escorriam pelo coração, molhado, febril, ao ver tua distancia cada vez mais perto.
Faz-me falta tuas palavras ásperas sussuradas no meu ouvido, teu jeito confiante de me fazer acreditar que tudo deve acabar bem. E, apesar de não o ter por perto, sei que estas sempre aqui, te vejo nos momentos mais difíceis, ao meu lado, segurando a minha mão, num pôr-do-sol. Me dando força.
Tu fostes num verão e ainda não voltou. Não tivemos despedidas, nada piegas, nem clichê. Sem promessas que não se cumpririam e sem porquês aflorados.
A medida que o carro avançava, numa velocidade mais lenta, lágrimas corriam dos olhos. E essas, embora não fossem mansas, não doíam tanto quanto as que escorriam pelo coração, molhado, febril, ao ver tua distancia cada vez mais perto.
Faz-me falta tuas palavras ásperas sussuradas no meu ouvido, teu jeito confiante de me fazer acreditar que tudo deve acabar bem. E, apesar de não o ter por perto, sei que estas sempre aqui, te vejo nos momentos mais difíceis, ao meu lado, segurando a minha mão, num pôr-do-sol. Me dando força.

